macOS
Mudando para um MacBook Pro: o que gostei e o que levou tempo para me acostumar
Anos de memória muscular do Windows lutaram contra mim por semanas. O terminal baseado em Unix, o Homebrew, e uma bateria que dura o dia inteiro foram o que de fato me conquistou.
Eu só tinha usado Windows antes de trocar para um MacBook Pro. Todo computador que eu tinha tocado rodava Windows 10 ou 11, e todo o meu modelo mental de usar um computador era construído em volta do File Explorer, Ctrl+C, e do Prompt de Comando. Trocar parecia um risco de verdade na época, não só uma preferência.
As primeiras semanas lutaram contra minha memória muscular
Anos de hábitos do Windows trabalharam ativamente contra mim no início. Eu ficava apertando Ctrl+C por hábito e me perguntando por que nada colava, ou buscando um atalho que encaixava janelas no canto da tela e não acontecia nada, porque o macOS não faz isso por padrão. O Finder também demorou um pouco para fazer sentido. Eu ficava procurando um drive C: que não existia, até cair a ficha de que tudo num sistema baseado em Unix roda a partir de uma única raiz.
O que acabou me conquistando
O terminal foi o que mudou minha opinião primeiro. Ele já vem embutido e é baseado em Unix, então os comandos de que eu precisava para git e outras ferramentas de linha de comando simplesmente funcionaram, sem precisar configurar o WSL ou uma máquina virtual do jeito que muitos tutoriais baseados em Windows assumiam que eu precisaria. O Homebrew também tornou instalar qualquer coisa mais simples, um comando no terminal em vez de caçar um instalador e clicar em tudo manualmente. A bateria durava o dia inteiro de um jeito que nenhum dos meus laptops Windows nunca durou, e eu parei de levar um carregador comigo na maioria dos dias.
O que de fato ajudou na adaptação
Instalar o Rectangle trouxe de volta o encaixe de janelas, o que consertou o único hábito que eu mais sentia falta do Windows. Além disso, a maior parte da adaptação foi só tempo e repetição, errando os mesmos atalhos vezes suficientes até os novos finalmente grudarem. Ainda uso o Rider como minha IDE principal nele agora, e ele roda bem em Apple Silicon sem nenhuma configuração extra.
Olhando para trás
As primeiras semanas foram frustrantes, mais parecido com reaprender a usar um computador do que se adaptar a um laptop novo. Depois que esse período passou, o terminal baseado em Unix e não precisar cuidar de um carregador o dia todo foram as duas coisas com que acabei me importando mais.